Árvores nas cidades

Importância das árvores para o ambiente urbano foi o tema do debate no programa Capital Natural, com participação de pesquisadora do IPT

Árvores são vitais para a qualidade de vida nos centros urbanos, pois atuam diretamente sobre a melhoria da qualidade do clima, do ar e da paisagem. Mesmo assim, as árvores são muitas vezes maltratadas e mal vistas por parte da população das cidades, que muitas vezes as enxergam como fontes de transtornos, principalmente nas épocas de chuva.

Árvores são muitas vezes vistas pela população como fontes de transtornos, principalmente nas épocas de chuvas – este foi um dos temas discutidos no programa

O programa Capital Natural exibido pela Bandnews no dia 4 de fevereiro buscou desmistificar estas visões e mostrar a importância das árvores no ambiente urbano.

Os dois convidados foram o botânico e ambientalista Ricardo Cardim, criador do projeto Florestas de Bolso, e a engenheira agrônoma Raquel Amaral, pesquisadora do Laboratório de Árvores, Madeiras e Móveis do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). (Fonte IPT)

Confira abaixo o programa na íntegra:

Somos a Codesal: Jailton de Santana Daltro

“Estou interessado nas atividades do PDCE”
Desde de abril de 2015, Jailton Daltro, 21 anos, integra o quadro de servidores da Defesa Civil de Salvador, inicialmente como operador de telefonia no 199, para em seguida integrar-se na Subcoordenação de Ações Educativas e Comunitárias. No ano passado, ele colaborou com as atividades do Programa da Defesa Civil nas Escolas (PDCE) e de formação dos Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil (NUPDECs). “Gosto de atuar na logística e organização desses projetos”, afirma.

Ele lembra que chegou à Codesal poucos dias antes do fatídico 27 de abril de 2015, quando começaram as fortes chuvas que resultaram em deslizamentos e mortes nas áreas de risco da capital. “Os corredores aqui da Codesal ficaram tomados de pessoas que perderam suas casas. Pediam ajuda e alimentos”, lembra.

Uma situação vivida naquela época emocionou Jailton a ponto de fazê-lo chorar: “Um rapaz ligou para o 199 pedindo socorro, dizendo que tinha uma criança viva nos escombros de Barro Branco. Ligamos para o Corpo de Bombeiros e informamos a situação. Apesar de um engarrafamento que atrasou a ação de resgate, a criança, felizmente, foi salva”, conta.

Jailton considera 2015 como o ano mais impactante de sua atuação na Defesa Civil, mas afirma que tem aprendido muito auxiliando nas atividades preventivas do órgão “Essa vivência tem me levado a fazer amizades nas comunidades e a aprender que muitas vezes reclamamos da vida, mas vivemos no paraíso se compararmos com as condições daquelas pessoas”, pondera. Ele cita, como exemplo, a comunidade de Mamede, (Alto da Terezinha – Subúrbio Ferroviário) onde apesar da precariedade as pessoas “encontram soluções de sobrevivência e são felizes”, constata.

Pai de Juliana, de 2 anos, e apaixonado pelo esporte, Jailton ensaiou a carreira de jogador de futebol, mas viu seu sonho logrado: “Tem várias coisas sujas dentro do futebol”. Para este ano, além de fazer um curso técnico, ele está interessado em dar continuidade às atividades do PDCE. “É importante oferecer às crianças uma educação ambiental, falar da questão do lixo, do saneamento, dizer que elas podem melhorar as suas comunidades. Estou empolgado. As crianças são as ferramentas para realizar a transformação”.

Site do Carnaval 2017 já está no ar

Já está no ar o site Curta Carnaval (curtacarnaval.com.br) com todas as atualizações da maior festa popular do planeta. Através dessa ferramenta, internauta acompanha as matérias com as novidades sobre a Folia Momesca e a montagem da estrutura que está em fase de finalização.

Há ainda curiosidades sobre a história da festa e até um horóscopo para foliões, sucesso nas redes sociais. Entre os serviços estão informações sobre pontos de táxi e de ônibus, mapas dos circuitos, programação infantil, entre outros itens. Curta e acompanhe todo o material do Carnaval com as hastags #CurtaCarnaval e #CurtaCarnaval2017.

Confira como a Defesa Civil atuará no Carnaval

Durante todos os dias de Carnaval, cerca de 50 profissionais da Defesa Civil de Salvador (Codesal) vão atuar nos circuitos Dodô e Osmar. Serão oito postos de monitoramento (quatro em cada circuito) e os agentes estarão atentos para qualquer tipo ocorrência que comprometa a proteção de cidadãos, identificando os possíveis riscos.

Palcos, camarotes, arquibancadas, praticáveis, pórticos e carros de apoio serão apenas alguns dos itens observados pelos técnicos.

No circuito Dodô (Barra/Ondina), o órgão terá postos no Farol da Barra, Barra Center, altura do Clube Espanhol e em Ondina (sede da Cogel). Já no Osmar (Campo Grande), os postos ficarão nas praças do Campo Grande, Piedade, Castro Alves, além da Casa d’Itália.

Além disso, haverá equipes de plantão na sede do órgão, na Avenida Mário Leal Ferreira (Bonocô), durante a festa. Atendentes, engenheiros, assistentes sociais estarão de prontidão 24h por dia para auxiliar em qualquer eventualidade. O telefone da Codesal é o 199.

Servidores da SUCED são capacitados

Os funcionários lotados na Subcoordenação de Ações Comunitárias e Educativas (SUCED) iniciaram nesta sexta-feira (10.02) a capacitação sobre as atividades da Defesa Civil – Codesal. Na segunda-feira(13.02), o grupo assiste as aulas do  segundo e último módulo da capacitação.

A familiarização dos servidores com o funcionamento dos setores da organização é de fundamental importância para implementar processos e melhorar a comunicação. Este é o principal objetivo do curso.

Veja algumas imagens do primeiro módulo:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Somos a Codesal: Maria Eliene Bitar Lordello

A assistente social Eliene Bitar, que atua no Setor de Gestão de Núcleos Comunitários e Voluntariado, avalia como positiva a sua trajetória neste primeiro ano na Defesa Civil. Segundo ela, “a nossa equipe conseguiu alcançar o objetivo maior com a formação dos grupos comunitários de voluntários que atuam como parceiros nas 21 comunidades onde se formaram os NUPDECs”.

Antes da Codesal, onde ingressou por meio de concurso REDA em março de 2016, Eliene atuou por dez anos em comunidade urbana, mais quatro anos como coordenadora de projeto técnico social de habitação rural pela Caixa Econômica Federal do município de Itabuna e outro período como tutora do Curso de Serviço Social EAD da Unopar.

“Tem sido um grande e novo desafio”

Sobre a experiência na Codesal, onde passou a atuar nas comunidades tidas como áreas de risco no projeto Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil (NUPDEC), ela avalia que “foi e está sendo um grande e novo desafio. Sabe-se que as questões sociais permeiam uma grande parcela da sociedade e, além disso, essas comunidades com as quais a Codesal é comprometida sofrem também com riscos naturais ou causados pelo homem”.

Exibindo

Para 2017, a assistente social espera dar continuidade ao trabalho nas comunidades onde o NUPDEC já foi formado e as que serão trabalhadas este ano. Ela defende que a equipe criou um vínculo de confiança e compromisso nas comunidades. “Ao irmos a estes locais temos que ter uma comunicação adequada e respeitar o modo de vida dessas pessoas”, afirma.

Além disso, ela destaca a importância do projeto NUPDEC para as ações da Defesa Civil e para as comunidades. “Cada uma dessas áreas possui particularidades que devemos respeitar. Todas elas, onde os núcleos foram formados, estão na expectativa da participação de todos para uma moradia mais digna, sabendo que o trabalho não depende apenas da Defesa Civil, mas de todos os órgão envolvidos”.

Eliene se graduou em 2009 pela Fundação Universidade do Tocantins. Possui curso superior e tecnólogo em Gestão Ambiental, pela Unopar (2015), especialização em Serviço Social com ênfase em Saúde Coletiva (Visconde de Cairú, 2015) e especialização em “Gestão em Políticas Públicas em Gênero e Raça” (2015, UFBA, NEIM).

Funcionários da Defesa Civil são capacitados

Os funcionários da Defesa Civil participam desde o dia 06 de capacitação que visa disseminar informações sobre o funcionamento de cada setor da Codesal.

O contingente de funcionários foi dividido em oito turmas que assistem palestras apresentadas por técnicos do órgão sobre temas como Defesa Civil Institucional, projetos da Subcoordenação de Ações Comunitárias e Educativas, da Subcoordenação de Áreas de Risco, atividades da Coordenação de Ações de Prevenção e Redução de Risco, Monitoramento de Encostas, Cemadec e Atendimento Emergencial, entre outras subcoordenações.

A capacitação é dividida em dois módulos que vão das 8h às 12h. A previsão é que o treinamento das seis primeiras turmas seja encerrado até o dia 22 de fevereiro. As duas restantes assistirão as palestras após o Carnaval.

Informe-se com sua chefia sobre o seu grupo e datas de frequência!

Exibindo

Somos a Codesal: Rebeca de Jesus Barbosa

“Não imaginava que Salvador tivesse tantas áreas de risco.”
Em uma cidade permeada de acidentes geograficos e incontáveis ocupações em áreas de risco como Salvador, a geologia é importante ferramenta científica para o estudo da crosta terrestre, seu mecanismo de formação e as alterações que experimenta.

Apaixonada pela disciplina, a estagiária da Codesal, Rebeca de Jesus Barbosa, 23, decidiu fazer o curso de técnico em Geologia no Cefet (antiga Escola Técnica) e, posteriormente, vestibular para ingressar no Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia, onde tem como linha de pesquisa o estudo da geometria das rochas aplicadas à falésia do Nordeste.

Mas sua percepção das possibilidades da geologia na prevenção de risco se ampliaram quando ingressou na Defesa Civil em novembro de 2015. “Até hoje não há uma linha de estudo sobre risco geológico na universidade. Não imaginava que Salvador tivesse tantas áreas de risco e ficava me perguntando, durante as visitas, como é possível morar aqui?”, conta.

Rebeca trabalha no Setor de Monitoramento de Encostas mapeando áreas de risco e confeccionando mapas, visando determinar as áreas de vulnerabilidade e suscetibilidade além de sugerir planos de evacuação ao lado dos colegas estagiários Fernando Nascimento, Cleiton Alves e Tércio Nunes.

Até a chegada dos geólogos profissionais, que ingressaram pelo REDA em 2016, a Codesal não contava com esses profissionais, sendo que os estagiários da área foram os pioneiros. “A nossa chegada foi pioneira, criamos paradigmas que podem contribuir com as demandas da Codesal”, pondera.

Sobre sua trajetória na Defesa Civil, ela faz um paralelo com o mundo acadêmico: “Com o passar do tempo percebi que a Codesal agrega uma visão social e o curso lida com o laboratório e a ciência”, define.